
Apagamos-nos feito foto antiga, no olho do furacão, vítimas dos territórios.
Sua boca não tocará a minha, não haverá crime, mas há vestígios de desejos.
Nessa direção escapamos da luz, na velocidade de quem lê todo o livreiro.
O meu, o nosso típico regionalismo na companhia de Ipês e Jerivás.
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Provoque-me nos dias, em que não preciso de poemas, um livro tântrico.
A cada página, silenciosa, uma nesga de pele a conduzir delícias intuídas.
O êxtase do prazer infindável, a natureza mágica e plena ao tocar a sua nuca.
Me entrego no seu íntimo, todo o afago; sem dor, sem piedade, sentidos elevados.
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A ilha da vida ao farol, noites de bruma, marujo esconde-se na proa. Tolo navegador!
Quem há de escapar, da sabedoria luminar, quando atingido aos olhos? A farsa bóia.
O cais circular, de um canto ao outro, o nosso centro marcado por arame farpado.
A mata, a estrada a pé, nada pode confundir minha servidão planejada a te adorar.
Dueto por: A. Luiz. D & IRA BUSCACIO
Pra quem ainda não conhece meu parceiro alquimista, lá vai o link:
http://eunebadon.blogspot.com